Prêmio Caio Sustentabilidade

Prêmio Caio 16ª Edição

Case: FENEARTE
Candidato: Recife Convention & Visitors Bureau
Cliente: Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco
Segmento: Eventos
Estado: PE
 
Capa Apresentação Conteúdo Apresentação de inovações tecnológicas e estratégias indicando Desafios e Soluções Retorno sobre investimento, geração de negócios e outros indicadores econômicos
XVI FENEARTE

O Recife Convention & Visitors Bureau é uma associação sem fins lucrativos, fundada em 03 de abril de 2001, que visa promover o turismo de Pernambuco e suas atividades inerentes e congrega empresas e entidades ligadas aos setores de turismo, transportes, comércio, indústria e serviços. A função do Convention Bureau é fomentar o turismo de eventos e suas atividades inerentes, atraindo novas oportunidades de negócios para seus associados; fortalecendo a imagem de Pernambuco, nacional e internacionalmente. Hoje a entidade conta com quase 200 empresas no seu quadro associativo. As principais ações desenvolvem-se a partir do apoio à atração de feiras e congressos para o Estado, desde sua captação até a promoção do evento, e no fortalecimento de novos produtos e segmentos turísticos.
A Feira Nacional de Negócios do Artesanato (FENEARTE) surgiu em 1999 com o intuito de promover a cultura local, reunindo em uma grande feira os principais artesãos e mestres criadores do litoral ao sertão do Estado, bem como dos demais estados brasileiros, que comparecem através de programas de incentivo ou expõem seus produtos de maneira independente. Com o passar dos anos, o crescimento da feira atraiu comerciantes dos demais estados brasileiros e países estrangeiros e se tornou a maior feira de artesanato da América latina e uma das maiores do mundo.
A FENEARTE em sua 16ª edição reuniu em um só local: gastronomia, cultura e muito artesanato. Em seus 800 estandes foram mostrados a diversidade do artesanato pernambucano, bem como de outros estados e países, num importante encontro de culturas e experiências.

Ficha Técnica
TÍTULO: XVI FENEARTE
TEMA: Homenagem o Mestre Nuca e Louro Pajeú
NÚMERO DE PARTICIPANTES: 330 mil visitantes ao longo de 11 dias de Feira
LOCAL: Centro de Convenções de Pernambuco
DATA: 02 à 12 de Julho
PERIODICIDADE: Anual
ABRANGÊNCIA: Internacional
ATIVIDADES PARALELAS: Oficinas gratuitas, 02 palestras, desfiles de moda e rodada de negócios.
ENTIDADE PROMOTORA: Recife Convention & Visitors Bureau (RCVB) junto com a Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco (AD Diper)
CONCEITO DO EVENTO: A Fenearte, tem como objetivo valorizar e difundir os saberes tradicionais, estimular o potencial de crescimento dos artesãos e artesãs, funcionando como importante elemento estruturador da cadeia produtiva do artesanato local.

Galeria de imagens
Entrada XVI Fenearte
Entrada da Feira
Vista geral da feira
   

 

Vídeo


A feira contou com diversas atrações além dos estandes de venda, ocupando todas as áreas do Centro de Convenções, tanto internas quanto externas. A Feira é organizada por setores com a seguinte composição:
Na área externa:
• Programa Chapéu de Palha;
• Espaço de Interferência Janete Costa;
• Espaço para o Mestres convidados;
• Espaço para palestras;
• Balcão de informações;
• Armazém Sebrae.
Na área interna:
• Alameda dos Mestres Janete Costa;
• Escolinha de Arte do Recife;
• Salão de Arte Popular Ana Holanda;
• Espaço Homenagem Renata e Eduardo Campos;
• Espaço Homenagem Mestre Nuca e Louro do Pajeú;
• Prefeituras de Pernambuco;
• Associações;
• Espaço Indígena;
• Patrocinadores;
• Artesãos Individuais de Pernambuco;
• Programa do Artesanato Brasileiro (PAB);
• Sebraes;
• Países;
• Praças de Descanso;
• Praça de Alimentação;
• Fenearte Solidária;
• Alimentação Artesanal.
No mezanino, foram dispostas as seguintes atrações e equipamentos:
• Galeria de Homenageados;
• Espaço Mamulengo;
• Procon;
• Exposição Alto do Moura na Copa;
• Passarela Fenearte;
• Galeria de Reciclados;
• Rodada de Negócios do Sebrae;
• Oficinas;
• Teatro Infantil;
• Alameda de Serviços;
• Rádio Fenearte
• Restaurante Santo Expresso Café;
• Sala de Imprensa.
Um dos destaques desta edição foi a Galeria de Homenageados, no mezanino, com uma exposição sobre Mestre Nuca e Louro do Pajeú. A atração também recebeu uma pequena mostra sobre os Patrimônios Vivos de Pernambuco no segmento de artesanato. Tiveram ainda diversas ações interativas como um jogo de memória, telas com vídeos e fotos. O público contou ainda, com um mini cinema onde foram projetados documentários sobre mestres da arte popular.
ESPAÇO INTERFERÊNCA JANETE COSTA - Localizado na área externa e próximo às bilheterias, o Espaço Interferência Janete Costa, projetado pelas arquitetas Bete Paes e Roberta Borsoi,busca a valorização do artista popular, do artesanato e do design artesanal, provocando o diálogo entre esses segmentos. Instalado numa superfície de 180m2, o local apresentou uma pequena mostra de decoração com 03 ambientes: varanda, sala de estar e um recanto de leitura. Na composição foram utilizados mobiliários de design contemporâneo, vintage, além de peças de design artesanal assinadas por designers como Sérgio Matos, Joelson, entre outros. INTERCÂMBIO – ainda fazendo parte do Espaço Interferência, uma das novidades deste ano foi uma área expositiva com a participação de 03 renomados artistas de Minas Gerais e do Piauí, mestres na criação em madeira. O objetivo foi promover a troca de experiências entre artistas/artesãos que utilizam a mesma matéria prima com estilos variados, além de reforçar o conceito da Feira de valorizar o artesanato tradicional e a arte popular. De Divinópolis, em Minas Gerais, veio Mário Teles, filho do conhecido artista mineiro já falecido, GTO. Teresina, no Piauí, foi representada por 02 expoentes da arte santeira: Mestre Expedito, com obras reconhecidas no Brasil e no exterior. E, finalmente, Mestre Dico, com belas esculturas em madeira.
O Espaço Interferência também foi palco de 02 palestras, abertas ao público, realizadas por profissionais ligados à arte e o design. A primeira, com a participação de Renata Mellão, diretora do espaço A Casa Museu do Objeto Brasileiro, localizado na capital paulista há 18 anos. No sábado, (04), foi a vez de Adélia Borges apresentar o tema “Cabeça e mãos, coração e alma no objeto artesanal”.
A expressão mais autêntica da criatividade popular de Pernambuco foi exaltada logo no início da Feira, na Alameda dos Mestres Janete Costa. Sob o tradicional tapete vermelho, 51 talentos originários de diversas regiões do Estado apresentaram seus reconhecidos trabalhos nas mais variadas tipologias: madeira, barro, fios, palha, reciclados, entre outras matérias-primas. O local, conhecido como o abre alas do evento, também abrigou um espaço especial para os homenageados desta edição.
Na cenografia o destaque ficou por conta da poesia de Louro do Pajeú que foi estampada na estrutura do Centro de Convenções e ladeada por painéis gigantes dos Leões de Nuca, dando boas vindas aos visitantes. Com assinatura de Carlos Augusto Lira Arquitetos, a planta da Feira mantém a lógica do labirinto com passagens que permitem a livre circulação dos visitantes, facilitando a saída de quem estiver no pavilhão por todos os portões.
A Fenearte também ofereceu um espaço para quem desejou aprender técnicas artesanais e colocar a mão na massa. No mezanino foram disponibilizadas 06 oficinas gratuitas com material incluso:
o A Xilogravura na Poesia de Louro do Pajeú (ministrada por Severino Borges de Olinda);
o A Tapeçaria Retratando Elementos do Pajeú (por Maria Lucineide de Lagoa do Carro);
o A Pirogravura Recriando o Leão de Nuca (por Jorge Campos de Belo Jardim);
o Brinquedos Populares (por José Pedro de Camaragibe);
o Trabalhos Manuais (por Marly de Lima de Recife);
o Instrumentos Musicais com a técnica Hullabaloo, que reaproveita materiais diversos (por Kadna Pinheiro Cordeiro);
A marca de aviamentos Pinguim, como nas edições anteriores, também ministrou aulas com linhas e bordados.
A Feira contou com diversas opções de atividades recreativas para a criançada, como da Escolinha de Arte do Recife, no piso inferior, além apresentações teatrais no mezanino.
Outra atração ficou por conta dos 18 desfiles que agitaram o espaço de moda da Feira instalado no mezanino. As criações levaram assinatura das estilistas Luciana Ribeiro e Katia Costa Pinto, além de projetos sociais liderados pela Secretaria Estadual da Mulher e quilombolas do município de São Lourenço. Uma inovação foi a apresentação de criações em tamanhos grandes, elaboradas pela grife Outsized. Também contou com a presença de trabalhos de alunos de diversas instituições.
Promovida pelo Sebrae/PE, a Rodada de Negócios contou com cerca de 25 compradores nacionais e 06 internacionais com estimativa de negócios em torno de R$ 5 milhões.

O Salão de Arte Popular Ana Holanda, sob a curadoria de Carlos Augusto Lira, expôs 50 peças assinadas por artesãos de todo o País. Colecionadores, estudiosos, professores da UFPE e pesquisadores da Arte Popular, premiaram os 03 melhores trabalhos com uma soma de R$ 15mil. Os visitantes também puderam votar na sua peça preferida, através de urna eletrônica instalada no local, com premiação de R$ 2 mil para o Prêmio Aclamação.
Com curadoria do designer Ticiano Arraes, a Galeria de Reciclados o espaço expositivo contou com 50 peças escolhidas por uma comissão julgadora, composta por colecionadores, estudiosos, pesquisadores da área ambiental e designers. Foram eleitos 03 primeiros lugares, premiados nas categorias: Arte Reciclada, Artesanato Reciclado e Design Reciclado. Como nos anos anteriores, durante a Feira, o público também pôde votar no trabalho de sua preferência. A peça mais votada recebeu R$ 2 mil através do Prêmio Aclamação Franz Krajcberg.

A cultura indígena seguiu destacando com 08 representações selecionadas pela Fundação Nacional do Índio (Funai). Ao todo, participaram 60 nativos das seguintes etnias: Atikum (PE), Fulni-ô (PE),Kambiwá (PE),Kariri-Xocó (AL), Kapinawá (PE),Pankará (PE),Pankararu (PE), Pataxó (BA) e Xucuru (PE).

Com mais de 2 mil m2 e instalada na área externa do Centro de Convenções, a Praça de Alimentação com acesso pelo pavilhão contou com 12 restaurantes, 150 mesas e 600 lugares. No local, o palco recebeu o melhor da programação artística e cultural elaborada pela Fundarpe. No percurso da Feira, os visitantes encontraram estandes de alimentação artesanal e quiosques de alimentação rápida como carrinhos de pipoca, algodão doce e sorvete, localizados nas praças de descanso.

Desde 2007, vêm sendo implantado na Fenearte o conceito de Lixo Zero. A ideia é que 100% de todo o material reciclável produzido pela Feira seja coletado, separado e doado à Cooperativa de Catadores Profissionais do Recife (Pró-Recife), responsável pela destinação adequada dos materiais, comercializando-os para indústrias recicladoras. Além disso, todo óleo de cozinha utilizado na Praça de Alimentação teve destinação correta. Outro espaço tradicional na Feira é o Programa Chapéu de Palha, que distribui gratuitamente aos visitantes mudas de espécies da Mata Atlântica.
A Fenearte, mais uma vez, viabilizou diversas formas de acessibilidade, através de rampas e corredores largos, além da disponibilização de cadeiras de roda. Além disso, foram realizadas visitas guiadas com áudio-descrição e com intérpretes de libras para grupos de 30 pessoas, com duração de três horas por dia.
Sucessos da música regional, entrevistas e informações sobre a programação cultural serão os destaques da Rádio Fenearte, que deixou o público e os mais de 5 mil expositores informados sobre tudo o que acontecia na Feira durante os seus onze dias.
Instituída em dezembro de 2008, através da Lei 13.965, a curadoria coletiva selecionou dentro dos mais rigorosos critérios de transparência e isenção os trabalhos dos artesãos individuais de Pernambuco que compõem a XVI Fenearte. A composição tem as participações de representantes de órgãos do Governo Estadual, do Sebrae, da UFPE, da sociedade civil, e dos próprios artesãos, conforme prevê a Lei citada.
Foram disponibilizadas 1.300 vagas de estacionamento, ocupando todo o estacionamento do Centro de Convenções e mais 500 vagas, na antiga Fábrica Tacaruna, uma antiga fábrica e hoje ponto turístico, que se encontra nas imediações do local. Foram implantados três novos guichês para pagamento de estacionamento.
De maneira a evitar que o trânsito nos arredores do evento se tornasse muito intenso, foi recomendado para os visitantes que não utilizam carros particulares a utilização de transporte público ou taxis credenciados até o Shopping Tacaruna, um grande Shopping Center próximo do Centro de convenções. De lá, os visitantes eram levados de Vans até o evento de maneira confortável e sem congestionamentos.
Dentro da estratégia estadual de Pernambuco de trabalhar de forma integrada para oferecer uma nova economia com oportunidades para todos os pernambucanos, a Fenearte é uma realização do Governo do Estado, através do Programa do Artesanato de Pernambuco, da Agência de Desenvolvimento de Pernambuco (AD Diper) / Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado (SDEC); da Empresa Pernambucana de Turismo (Empetur) / Secretaria Estadual de Turismo; da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) / Secretaria Estadual de Cultura e do Recife Convention & Visitors Bureau (RCVB). A Feira tem patrocínio do Bradesco, BNDES, Coca-Cola, Kibon, Grupo Cornélio Brennand, Vitarella, BNB e Caixa. Recebe apoio da Rede Globo Nordeste, Sebrae, Shopping Tacaruna, Agefepe, Copergás, Programa do Artesanato Brasileiro (PAB), Grande Recife, Cipec e Secretaria da Micro e Pequena Empresa e Governo Federal.

Galeria de imagens
Entrada da XVI FENEARTE
Apresentações Musicais e culturais
Escolinha de Arte para crianças
Escolinha de arte
Show cultural
Programa Chapéu de Palha
Palestras
Oficinas Gratuitas
Praça de Descanso
Praça de Descanso 2
Espaço homenagem Mestre Nuca e Louro Pajeú
Salão de Arte Popular Ana Holanda
Espaço Interferência
Alameda dos Mestres Janete Costa
Oficina de trabalhos manuais
Praça de Alimentação
Passarela Fenearte
Escolinha de Arte do Recife
Vista geral da feira
 

 

Desde 2007, vêm sendo implantado na Fenearte o conceito de Lixo Zero. A ideia é que 100% de todo o material reciclável produzido pela Feira seja coletado, separado e doado à Cooperativa de Catadores Profissionais do Recife (Pró-Recife), responsável pela destinação adequada dos materiais, comercializando-os para indústrias recicladoras. Além disso, todo óleo de cozinha utilizado na Praça de Alimentação teve destinação correta. Outro espaço tradicional na Feira é o Programa Chapéu de Palha, que distribui gratuitamente aos visitantes mudas de espécies da Mata Atlântica.
A Fenearte, mais uma vez, viabilizou diversas formas de acessibilidade, através de rampas e corredores largos, além da disponibilização de cadeiras de roda. Além disso, foram realizadas visitas guiadas com áudio-descrição e com intérpretes de libras para grupos de 30 pessoas, com duração de três horas por dia.
Sucessos da música regional, entrevistas e informações sobre a programação cultural serão os destaques da Rádio Fenearte, que deixou o público e os mais de 5 mil expositores informados sobre tudo o que acontecia na Feira durante os seus onze dias.
Instituída em dezembro de 2008, através da Lei 13.965, a curadoria coletiva selecionou dentro dos mais rigorosos critérios de transparência e isenção os trabalhos dos artesãos individuais de Pernambuco que compõem a XVI Fenearte. A composição tem as participações de representantes de órgãos do Governo Estadual, do Sebrae, da UFPE, da sociedade civil, e dos próprios artesãos, conforme prevê a Lei citada.
Foram disponibilizadas 1.300 vagas de estacionamento, ocupando todo o estacionamento do Centro de Convenções e mais 500 vagas, na antiga Fábrica Tacaruna, uma antiga fábrica e hoje ponto turístico, que se encontra nas imediações do local. Foram implantados três novos guichês para pagamento de estacionamento.
De maneira a evitar que o trânsito nos arredores do evento se tornasse muito intenso, foi recomendado para os visitantes que não utilizam carros particulares a utilização de transporte público ou taxis credenciados até o Shopping Tacaruna, um grande Shopping Center próximo do Centro de convenções. De lá, os visitantes eram levados de Vans até o evento de maneira confortável e sem congestionamentos.

Galeria de imagens
Abertura da XVI Fenearte 2015
Fenearte 2015
Divulgação
Acessibilidade
Acessibilidade
Divulgação
       

 

Nesta edição do evento os números foram bastante expressivos. Nos 11 dias o evento recebeu 330 mil visitantes, os investimentos em produção da feira alcançaram uma faixa de 4,5 milhões em contratos de prestação de serviços diretos e movimentaram mais de R$ 40 milhões em vendas. Além disso, a movimentação financeira em relação aos espaços comercializados foi de R$ 2.353.427,66.
As Rodadas de Negócios promovidas pelo Sebrae, durante a XVI Fenearte, registrou aumento de cerca de 7% na geração de negócios, chegando a mais de R$ 5 milhões. De 2 a 4 de julho, 25 empresas âncoras (lojistas) Nacionais e 06 internacionais participaram de 570 encontros no evento.
Oficinas de Artesanato, Espaço infantil, Rodada de Negócios, Alameda dos Mestres, Galeria de Reciclados, Salão de Arte Popular, e desfiles de moda contribuíram para o engrandecimento desta que é a maior feira de artesanato da América Latina. O gasto médio do público com a feira foi de R$ 560,18.
O sucesso do evento foi garantido pela presença dos patrocinadores: Bradesco, BNDES, Coca-Cola, Kibon, Grupo Cornélio Brennand, Vitarella, BNB e Caixa. Recebe apoio da Rede Globo Nordeste, Sebrae, Shopping Tacaruna, Agefepe, Copergás, Programa do Artesanato Brasileiro (PAB), Grande Recife, Cipec e Secretaria da Micro e Pequena Empresa e Governo Federal, totalizando R$ 1.500.343,75em patrocínio, e pelo apoio das diversas instituições envolvidas na produção da XVI FENEARTE.

Galeria de imagens
Fenearte 2015
Abertura da XVI Fenearte 2015
     

 

 

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