Prêmio Caio Sustentabilidade

Prêmio Caio 17ª Edição

Case: SOM DA CIDADE
Candidato: Globo
Cliente: Globo
Segmento: Eventos
Estado: RJ
 
Capa Apresentação Conteúdo Apresentação de inovações tecnológicas e estratégias indicando Desafios e Soluções Retorno sobre investimento, geração de negócios e outros indicadores econômicos
Som da Cidade

O Som da Cidade é uma iniciativa que surgiu para dar visibilidade a músicos que fazem das ruas o seu palco de trabalho: calçadas, praças, feiras, estações de trem, metrô, barca etc.

A marca Globo busca sempre estar em contato com as ruas, com a vida nas cidades, circulando o Rio e Grande Rio, mapeando os artistas com o perfil do projeto. A curadoria do Som da Cidade tem como premissa a música instrumental, do popular ao erudito.

Ao participarem do projeto, com a chancela da Globo, os artistas têm a oportunidade de se apresentar com um rider técnico completo e de qualidade, além de uma ampla divulgação do seu trabalho. Os músicos, que até então conviviam com os passantes, muitas vezes de forma despercebida, ganham protagonismo e experimentam uma nova relação com o público.

Além disso, o material pós-evento produzido e compartilhado com os participantes passa a ser utilizado como portfólio de trabalho.

A arte pública é uma forma livre de expressão artística, reveladora e vibrante e, a priori, não empacotada como produto ou serviço de interesse da indústria cultural.
A dimensão estética da arte é capaz de galvanizar o espaço urbano e colaborar para o convívio social, produzindo afetos e reforçando o senso do coletivo. Uma população que não tem acesso à arte tem sua formação cidadã, ética e estética comprometida.

O Som da Cidade é um projeto que incentiva a interação entre espaços urbanos, músicos e seus mais variados públicos, tão fundamental para a evolução humana e para o desenvolvimento da sociedade.
Esse trabalho reconhece, fortalece e legitima a diversidade musical e leva arte, vida e diversão para as ruas do Rio.

Sobre a Globo
A Globo é uma empresa de abrangência nacional, mas que também atua localmente por meio de suas emissoras e afiliadas. Especialmente no Rio, essa relação é marcada por grande proximidade e identidade, já que é o lugar onde ela nasceu.
Ao longo do ano, a Globo promove ações de relacionamento e ativação de marca na cidade do Rio de Janeiro e em 17 municípios do entorno (área de atuação da regional do Rio). Essas ações são divididas em temas centrais, que estão relacionados com as características e/ou necessidades de seus moradores.
Queremos ser o ambiente onde todos se encontram e encontram informação, diversão e cultura, instrumentos essenciais que contribuem para a educação e permitem aos indivíduos construir relações que tornem a vida melhor.
Dessa forma, a Globo torna-se tangível e mais próxima de todos.

Galeria de imagens
Quiosque da Globo
Músico
Estação de trem
   

 

Vídeo


O Som da Cidade busca artistas de música instrumental independentemente do estilo, de Anitta a Mozart.

O projeto possibilita a circulação dos músicos em espaços diferentes dos habituais, provocando novas experiências tanto para os artistas quanto para o público. Ocupa praças, coretos, estações de trens e barcas, além do Quiosque da emissora, em Copacabana, qualificando esses espaços do tecido urbano e colaborando para a criação de novas centralidades culturais.

Comunicação

A divulgação acontece por diversos meios. Um dos mais impactantes é a inserção de filmes publicitários na programação da Globo na semana do evento. São produzidos materiais de divulgação como releases para a imprensa, banners, flyers digitais, totens e backdrops, com conteúdos diferenciados de acordo com o perfil do meio utilizado, para que o diálogo com o público seja customizado, relevante e, assim, mais eficaz.
Além dos perfis oficiais da emissora no Facebook, Twitter e Instagram (13, 10 e 5 milhões de seguidores, respectivamente), outra ferramenta utilizada é o endomarketing, que alcança cerca de 12 mil colaboradores.

O evento

O Som da Cidade acontece em locais de grande circulação no Rio e Grande Rio como estações de trens e barcas e no Quiosque da Globo em Copacabana. O evento é gratuito e com classificação etária livre.
Além das edições pontuais, em julho de 2015, o Som da Cidade dedicou uma semana exclusiva ao jazz. Já em outubro do mesmo ano, o ritmo escolhido foi o blues.

Edições
Entre julho de 2015 e junho de 2016, foram realizadas 15 edições do Som da Cidade.


Julho 2015
Atrações:

Especial Jazz - Quiosque da Globo
Rua Jazz
Allbrazz
Joel Ferreira & Trio (part. Donatinho)
Bondesom
Glaucus Linx & Ancestrais Futuros

Estação de trem de Duque de Caxias
Kosmo Coletivo Urbano

Outubro 2015
Atrações:

Especial Blues - Quiosque da Globo
Flávio Guimarães e banda
Ari Frello
Dudu King e banda
Laranjeletric
Mauricio Sahady e banda

Maio 2016
Atrações:

Quiosque da Globo
No Olho da Rua
Alforria Duo

Junho 2016
Atrações:

Quiosque da Globo
Dezmeia Onzemeia

Estação de Barcas da Praça XV
Eletrupiniquim

Galeria de imagens
Estação de trem
Estação de trem
Estação das barcas
Quiosque da Globo
Totem com programação
Público de todas as idades
Família
Público
Músicos
Show na praia
         

 

A inovação é buscar a perfeita harmonia entre som instrumental e visibilidade, reduzindo a desigualdade do acesso a esse tipo de música. O projeto afirma a diversidade dos muitos e ricos contextos urbanos e, com isso, cria uma potente ferramenta de transformação social.

Existem muitos desafios para o Som da Cidade, uma vez que a música instrumental ainda é pouco difundida para a grande massa. Esse gênero musical ou está representado por artistas amadores de forma quase invisível pelas ruas, ou restrito a grandes salas de teatro com artistas renomados e para um público muito qualificado e específico.
A estratégia é dar protagonismo aos talentosos músicos de rua oferecendo infraestrutura e divulgação para apresentações em locais de fácil acesso da população, formando plateia e aumentando o interesse pela música instrumental.

Outro desafio é encontrar cantores e bandas que tocam nas ruas em todo o Rio e Grande Rio nos mais diversos estilos. Esses músicos não possuem um local fixo de apresentação, circulando entre diferentes pontos do estado, o que dificulta a pesquisa, a seleção e a cartografia da música de rua. Para isso, periodicamente todos os bairros e municípios são visitados, entendendo as características de cada região, valorizando os talentos locais e permitindo um intercâmbio cultural.

As edições normalmente acontecem em espaços abertos e ao ar livre. Por isso, há uma preocupação com o clima. Sendo assim, todos esses riscos são monitorados na semana do evento por meio do acompanhamento da previsão do tempo. Em casos especiais, algumas edições são adiadas como forma de garantir o sucesso da ação.

Galeria de imagens
Diversidade musical
Evento ao ar livre
Estação de trem
Público
Quiosque da Globo
Música instrumental
Músico
     

 

Desde o seu lançamento, o Som da Cidade tem grande receptividade da mídia espontânea, principalmente pelo seu apelo social e pelo ineditismo de revelar os talentos das ruas, que saem do anonimato e conquistam palcos e novas plateias.
Alguns exemplos de mídia espontânea são coberturas ao vivo em telejornais, publicações em portais de notícias, impressos de grande circulação e veículos comunitários. Nas redes sociais, a interatividade e o engajamento dos seguidores aumenta a cada edição, indicando que o objetivo do projeto vem sendo alcançado.


Alguns depoimentos:
“A experiência de poder ter participado da segunda edição do Som da Cidade, no Quiosque da Globo, foi salutar pra minha carreira, pois existem muitos artistas que precisam desse “upgrade”. Uso o material da minha participação no Som da Cidade como portfólio, você sabe que a Globo dispara uma fama que influencia muito na hora de negociar os serviços musicais, estou trabalhando muito em hotéis e eventos sociais.”
Ronaldo Martins - músico.

“É uma ótima iniciativa pra todo mundo que está no cenário atual da música instrumental carioca. É interessante a abordagem que a gente está tendo, muitas pessoas falaram que nunca tiveram contato com a música brasileira instrumental.”
Matheus Diniz- músico.


“Eu acho que é legal pelo acesso que é simples. É uma coisa que não acontece com frequência, ter música de qualidade pra galera, sem ter que pagar, os grandes festivais de jazz são caros, é uma iniciativa bacana.”
Joel Ferreira-músico

“A música instrumental é pouco difundida, tem muito pouco investimento. Eu acho maravilhosa a iniciativa da Globo de fazer esse projeto nesse Quiosque, na praia de Copacabana, no cenário mais lindo e democrático do Rio de Janeiro e do Brasil.”
Pedro Mann- músico.

“É muito importante um canal de tanta expressão como a TV Globo possa dar esse espaço e essa voz a projetos como esses, ligados à música instrumental. O Brasil tem muito a oferecer também segmento, não é um país tão musical à toa. Então, é importante que a Globo assuma como dela também essa responsabilidade e esse carinho por esse gênero.”
Marco Lacerda- público.

“O projeto é maravilhoso porque levar um som dessa qualidade, num local como esse no Rio de Janeiro. É um projeto que precisa continuar. E frisando essa questão do acesso gratuito é uma forma de você formar público.”
Ricardo Matos- público.

Galeria de imagens
G1
Mídia espontânea
Mídia espontânea
Cobertura ao vivo
Entrevista ao vivo
Entrevista ao vivo
       

 

 

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