Prêmio Caio Sustentabilidade

Prêmio Caio 17ª Edição

Case: UNOI - ESTAÇÃO REDEI2016
Candidato: Arandas Marketing Boutique
Cliente: UNOi educação
Segmento: Eventos
Estado: BA
 
Capa Apresentação Conteúdo Apresentação de inovações tecnológicas e estratégias indicando Desafios e Soluções Retorno sobre investimento, geração de negócios e outros indicadores econômicos

A Arandas Marketing Boutique é uma agência de eventos, marketing e publicidade, especializada na criação de conteúdos e desenvolvimento de estratégias para ativações de marcas. Temos uma ligação natural com o mundo das artes, o que nos inspira a realizar cada projeto de forma original.

O UNO Internacional é uma empresa no segmento de Educação que tem um conceito bem definido: uma escola para todos, com diálogo, criatividade, uso inteligente de tecnologia e espaços abertos.

O Evento – A Estação REDEi (fala-se Estação Rede “i”) é um evento de relacionamento bilíngue inglês/português que foi criado para reunir, em três dias, um público composto por 1.800 pessoas entre gestores, coordenadores e professores representantes das novas escolas parceiras do Projeto UNOi para vivenciar experiências e trocar aprendizados.

Até 2014, o evento do UNO Internacional chamava-se Congresso Inicial e reunia professores e diretores de escolas no mês de janeiro, em Brasília. O formato do evento era previsível e não entregava a proposta de valor do UNO. O nome do evento também não refletia sua verdadeira natureza.

Em 2015, fizemos uma revolução no evento, que passou a chamar-se Estação REDEi, sendo realizado em Costa de Sauípe no mês de janeiro, mas com um formato mais imersivo e vivencial.

Em 2016 mantivemos Costa do Sauípe como local do evento porém transferimos a data para março e ainda era preciso superar as expectativas do grande sucesso que havia sido o evento no ano anterior.

Agência de Criação e Produção: Arandas Marketing Boutique
Cliente: UNOi Educação
Título da ação: Estação Redei 2016
Tema: AprendentExperiente
Número de participantes: 1.800
Local: Costa do Sauípe - BA
Data do Evento: 04 a 06 de Março de 2016
Montagem: 29 de fevereiro a 04 de Março de 2016
Desmontagem: 06 a 08 de Março de 2016

Galeria de imagens
Costa do Sauípe
Mapa do Evento
Vivência - Baobá
Sinalização
Vivência - Lambe-lambe
Vivência - Praça da Estação
Vivência - Praça da Estação
Vivência - Praça da Estação
Plenária de Abertura
Vivência - Cena na Tenda
Vivência - Andar do Bêbado?
Vivência - Qualquer caminho é caminho?
     

 

Vídeo


Apesar de manter Costa do Sauípe como destino, o desafio era grande: realizar um ÚNICO evento bilíngue inglês/português para 1.800 pessoas, em três dias. E ainda superar as expectativas do grande sucesso que foi o evento do ano anterior.

O público incluía mantenedores, diretores, coordenadores, professores e profissionais de TI e TE das novas escolas que passariam a utilizar o Sistema Uno de Ensino para um momento de troca de referências, informações e experiências. Portanto, apesar de ligados ao mundo da Educação, estávamos diante de um público não heterogêneo.

O tema do Estação REDEi 2016 foi aprendentExperiente. Além das plenárias de abertura e encerramento, as vivências colocaram os participantes como aprendentes em alguns momentos e em outros como experientes com a finalidade de promover a troca de papéis, aproximando os participantes das condições reais vivenciadas na sala de aula.

De forma inusitada, abrimos o evento com uma festa. Ou seja, o formato de celebrar na última noite do evento ficou no passado. Queríamos começar o evento em um clima inusitado, positivo e que de cara contagiasse professores e diretores.

Assim, a Celebração África foi um sucesso! A noite abertura do evento contou com shows ao vivo da Banda Ilê Ayê e de um DJ especializado em música africana contemporânea. Na pista, bailarinos profissionais colocaram todo mundo para dançar. Convidados felizes, começamos bem o evento!

Na manhã do dia seguinte, na Plenária de Abertura, era preciso falar de múltiplos protagonismos e dar voz a todos que tivessem algo a contribuir.

Na chegada, já dentro do foyer da Arena Sauípe no acesso à plenária, haviam duas portas, dois caminhos, ambos dando acesso ao mesmo ambiente, porém cada uma com um indicação distinta: uma porta era identificada como Aprendente e a outra como Experiente. O objetivo era proporcionar aos convidados a escolha de qual porta representava o seu espírito naquele dia: se ele estava na posição de Aprendente ou na posição de Experiente.

No formato da plenária, inovação: uma arena com seis palcos de tamanhos idênticos, seis mega telões com transmissão simultânea e transmissão de conteúdo e o público espalhado no entorno dos palcos. Nesse novo modelo de plenária, palestrantes e participantes, que eram encorajados a subirem aos palcos, tinham a mesma importância e protagonismo, em um ambiente imersivo e totalmente fora dos padrões habituais, mas bem a cara do UNO!

As palestras que aconteciam nos palcos eram breves, mas impactantes. Inspiradas no formato TED, cada palestrante tinha até 15 minutos para dar seu recado e em seguida tínhamos mais 15 minutos de debate com a plateia que, para falar, devia ocupar um dos lugares disponíveis nos palcos. Assim, o formato da plenária não era meramente estético, mas tinha um propósito e uma utilidade de gerar múltiplos protagonismos, dando voz a todos que de fato tivessem algo à contribuir na discussão.

Ainda na plenária de abertura, os convidados se deparavam com coletes coloridos “vestindo” as cadeiras, tipo coletes de reservas de futebol, que traziam as palavras APRENDENTE e EXPERIENTE em cada um dos lados. Em um dado momento, um dos palestrantes convidou os participantes a vestirem os coletes de suas cadeiras, escolhendo se naquele momento eles se achavam no papel de aprendente ou de experiente. Os participantes foram encorajados a usar o colete durante todo o evento, trocando de lado a depender da vivência ou da situação vivida, em uma analogia ao fato de que mesmo professores são “aprendentes” em muitos momentos da vida, inclusive em situações do âmbito escolar quando os “alunos” podem fazer o papel de “experientes”. É simples pensar nisso: quem será que domina melhor o uso de um tablet, um professor ou seu aluno de 15 anos? Essa é apenas um pequeno exemplo que que está por trás do tema AprendentExperiente.

Como evolução, no evento anterior já havíamos diminuímos a realização de seminários em formato de sala de aula de dezenas para apenas três. Mas, em 2016 nós radicalizamos: nada de sala de aula! Após a Plenária de Abertura fizemos os convidados viverem intensamente crenças e valores com vivências espalhadas pelo complexo hoteleiro que funcionaram por um período ininterrupto de doze horas.

Criamos um espaço de convivência chamado de Praça da Estação e mais um pool com nove vivências de livre visitação que geraram uma verdadeira imersão nos conceitos do UNO. Era como se o evento fosse um parque de diversões de ingresso único: cada convidado era livre para montar sua programação e visitar as atrações da forma como lhe conviesse.

As vivências eram experiências diversas: criativas, emocionais, participativas, instigantes e desafiantes, mas sempre gerando significado e impacto.

Vivências

1) A vida como ela é (salas 1, 2 e 3): como agir diante de uma situação inusitada, constrangedora, que não se espera? Você está pronto para atuar ou faz cara de paisagem? Como agir diante de uma situação contrária à sua ética pessoal? Você age segundo seus valores, os valores de sua escola ou segundo a moral? Na vivência A Vida Como Ela É os convidados poderiam escolher entre as salas disponíveis, onde escutavam sobre situações inesperadas que acontecem na escola, levando-os a reflexão de como agir e do que é ser ético. Na sequência, o grupo discutia suas opiniões com auxílio de um coach UNO.

2) Árvore Baobá: construímos uma incrível réplica da árvore africana Baobá, símbolo de conhecimento. Os participantes podiam entrar na árvore e escutar gravações de crianças que estimulavam o questionamento sobre o que é ser aprendente ou experiente. Posteriormente, os participantes escreviam suas impressões sobre a experiência.

3) Body Language: foi uma vivência ministrada em inglês onde a linguagem corporal transcendeu a oral. Os participantes puderam se exercitar e perceber que é possível aprender um novo idioma de forma lúdica.

4) Cena na tenda (tendas1, 2, 3 e 4): as tendas eram espaços de reflexão sobre a experiência vivida no Estação REDEi. Nesses espaços, os convidados, com ajuda de coaches UNO, se juntavam em rodas para debater temas do universo educacional, onde a experiência de cada participante colaborava para o crescimento de todos.

5) Mergulhos Sonoros: uma atividade ministrada em inglês sem que os participantes soubessem previamente. Através da música e da expressão corporal, os convidados puderam construir algo coletivamente.

6) #nãofecheminhaescola: o que o movimento de ocupação das escolas paulistanas pelos secundaristas mostrou para a sociedade brasileira? Os participantes assistiam a um documentário sobre os estudantes da rede pública de São Paulo. Ao fim do vídeo, uma cortina era aberta e os convidados eram surpreendidos com a presença dos estudantes envolvidos, possibilitando o compartilhamento de pontos de vista dos estudantes e dos professores.

7) Lambe-lambe: instalação lúdica, que remetia aos antigos lambe-lambes, mas usando tecnologia digital. Construímos uma réplica de um lambe-lambe que foi equipado com uma moderníssima câmera DSLR digital. As fotos foram marcadas com a hashtag #lambelambeunoi e ficaram disponíveis para download nas redes sociais do UNOi. Uma atividade “simples”, mas de enorme sucesso com os participantes.

8) O andar do bêbado?: uma rede de escalada lúdica e divertida, em que o equilíbrio e a capacidade de adaptação a situações adversas seriam colocados à prova. Os participantes subiam por uma rede suspensa e desciam por um escorregador ou uma parede de escalada. A atividade era uma reflexão sobre os obstáculos para o equilíbrio na relação professor e aluno.

9) Qualquer caminho é caminho?: Quando se tem que escolher um caminho, o que fala mais alto: o dever, o precisar ou o querer? Era essa a chamada para que os participantes seguissem por esse labirinto e descobrissem suas respostas. Os participantes entravam em uma área de vegetação serrada, organizada como um labirinto, onde a cenografia e os percursos levavam a situações impactantes e de reflexão. Atores faziam performances realistas como moradores de rua, autistas e portadores de necessidades especiais. A experiência visava questionar nossas atitudes perante a inclusão e nossa capacidade de empatia.

A Praça da Estação não era exatamente uma vivência, mas sim uma grande praça de convivência que foi montada no Centro de Convenções da Ala Terra (antigo Sauípe Park) e ocupava uma área de 700m2. Essa praça indoor era formada por quatro lounges, um para cada área do conhecimento: Matemática, Ciências Humanas, Ciências da Natureza e Linguagens. As quatros áreas do conhecimento foram ludicamente ambientadas com temas opostos ao que lhe são associados, criando assim um espaço inusitado, promovendo a conexão entre profissionais e criando elos entre disciplinas diferentes.

Na Plenária de Encerramento, uma verdadeira catarse, pois além do conteúdo apresentado pela diretoria UNO, os participantes foram convidados a subirem aos palcos e contarem sobre o que haviam vivido no dia anterior. Os depoimentos surpreenderam pela profundidade, pela emoção e, acima de tudo - havia ficado claro que tínhamos atingido o objetivo de tangibilizar conceitos subjetivos através de experiências objetivas.

Assim, encerramos o evento com a positiva sensação e a certeza de dever cumprido.

Galeria de imagens
Recepção
Credenciamento
Celebração África - Dançarinos
Celebração África - Ilê Aiyê
Celebração África - Ilê Aiyê
Celebração África - Ilê Aiyê
Celebração África
Foyer - Entrada Aprendente ou Experiente
Plenária de Abertura
Plenária de Abertura
Plenária de Abertura
Plenária de Abertura - Palco com acesso PNE
Sinalização
Vivência - Baobá
Vivência - #nãofecheminhaescola
Vivência - Qualquer caminho é caminho?
Vivência - Qualquer caminho é caminho?
Vivência - Cena na Tenda
Vivência - Lambe-lambe
Vivência - Andar do Bêbado?
Vivência - Andar do Bêbado?
Vivência - Body Language
Vivência - Praça da Estação
Vivência - Praça da Estação
Vivência - Praça da Estação
Vivência - Praça da Estação
Plenária de Encerramento
Plenária de Encerramento
Facilitação Gráfica - Plenária de Encerramento
 

 

INOVAR era o verbo do momento. Sim, o que fizemos no ano anterior foi muito bom, mas era preciso ser ainda melhor, surpreender e envolver os convidados.

Para tanto, contamos com uma equipe multidisciplinar composta por 35 produtores e 44 fornecedores e suas equipes – foram mais de 260 pessoas diretamente envolvidas na realização do evento. Tivemos 62 dias de pré-produção, 96 horas de montagem, 3 dias de evento e mais 48 horas de desmontagem.

Os convidados ficaram hospedados em três diferentes hotéis dentro do complexo: 214 apartamentos na Ala Água (antigo Sauípe Club), 396 apartamentos na Ala Terra (antigo Sauípe Park) e 150 apartamentos no Sauípe Premium. O staff ficou hospedado em 75 apartamentos nas Pousadas. Toda a Ala Terra ficou exclusiva para o evento incluindo o Centro de Convenções e áreas de lazer, piscina e áreas verdes do hotel.

Estávamos falando em um grupo de 1.800 pessoas, então, para facilitar o check-in, foi feito, previamente, o manuseio dos kits de boas-vindas, composto por envelope com programação, ementa das vivências, mapa do evento, carta de boas-vindas e tirante/cordão + crachá com programação do evento anexa ao verso, já etiquetado com o nome e instituição do participante. Esse kit era entregue junto das chaves dos apartamentos. Cada um dos 4 locais de hospedagem tinham sua própria estação e equipe de check-in.

A Arena Sauípe foi o palco principal do evento, sediando a Celebração África e as Plenárias de Abertura e de Encerramento. As vivências foram realizadas no Centro de Convenções e nas áreas abertas da Ala Terra (antigo Sauípe Park).


PROGRAMAÇÃO

Dia 1 – Festa de abertura Celebração África
Os convidados foram recepcionados pelo staff do UNO no Foyer da Arena Sauípe em um ambiente festivo e imersivo. A noite foi iniciada com a projeção do premiado vídeo “África”. Na sequência, o espaço foi tomado em uma performance do grupo Ilê Aiyê formado pela sua banda de percussão e com a participação especial das suas dançarinas conhecidas como Deusas do Ébano. A dança africana foi o auge da noite. Para animar ainda mais a festa, dançarinos profissionais especializados em dança afro mostraram aos participantes um pouco mais de perto os movimentos e colocaram todo mundo dançar.
A festa foi envolvida em uma cenografia especial, colorida, com tecidos de padronagem africana, além das cores que remetem a África. Grandes projeções com ilustrações da temática do Projeto África também compunham o ambiente.

Dia 2 – Plenária de Abertura
Show de inovação! Nada de formato “escolar” de auditório com palco na frente e cadeiras enfileiradas atrás. Foi assim que criamos uma plenária inovadora: uma arena com SEIS palcos em tamanhos e formatos idênticos, intermeados pelo público que ficou disposto em cadeiras por todo o espaço, sendo parte delas giratórias. Um dos palcos precisa acesso a PNEs (portadores de necessidades especiais) e que foi utilizado por um dos participantes que era cadeirante. Prova de que em qualquer evento é fundamental pensarmos em acessibilidade.

Haviam seis enormes telões com transmissão simultânea e com transmissão de conteúdos que foram dispostos nas paredes da arena, ao redor das cadeiras, garantindo visibilidade de todos os locais da plenária, além de uma sensação de imersão no conteúdo.

Tanto a sonorização quando a iluminação tiveram que ser adaptadas a esse formato inovador. O PA foi colocado de forma a cobrir todas as áreas da arena. A iluminação deveria cobrir toda a área com luz cênica, mas também garantir iluminação focal para cada um dos seis palcos que poderiam ser iluminados todos de uma vez, um por vez, ou três por mês, a depender das marcações e da dinâmica de cena. Foram três intensos dias de montagens e muitas horas de ensaios e testes para que tudo corresse de forma perfeita


Dia 2 - Vivências Internas
Para as vivências internas, realizadas na área do Centro de Convenções a Ala Terra (antigo Sauípe Park), foram montados espaços temáticos, incluindo cenografia e comunicação visual adequada a cada proposta de experiência, conforme descritas anteriormente na seção “CONTEÚDO”.

Como destaque cenográfico apontamos a Praça das Estação, que simulou uma praça de verdade, porém uma praça indoor com 700m². O espaço era composto com quatro lounges, cada um simbolizando uma área do conhecimento: Matemática, Ciências Humanas, Ciências da Natureza e Linguagens. A ambientação e cenografia de cada lounge, possuía características opostas as que normalmente estão associadas as áreas de conhecimento.

Também podemos destacar a réplica de lambe-lambe que gerou muita curiosidade do público.


Dia 2 - Vivências Externas
As vivências externas contaram com um suporte estrutural e técnico diferenciado proporcionando aos participantes imersão e aprendizados relacionados a situações do cotidiano, porém de forma mais lúdica e impactante, mas com toda segurança e conforto.

Como destaque em cenografia podemos apontar a vivência Baobá. Criamos uma incrível réplica da árvore africana, conhecida como “árvore do conhecimento”. A réplica idêntica tinha 5,50 metros de altura e 4 metros de diâmetro e foi feita em fibra de vidro, permitindo que os participantes explorassem seu interior e participassem de uma experiência sensorial e reflexiva diferente.

Na vivência Qualquer caminho é caminho? a cenografia também foi um elemento importante, mas com certeza o que fez a diferença foram as magníficas performances dos atores que faziam atuações realistas como moradores de rua, autistas e portadores de necessidades especiais.

Para a vivência O andar do bêbado havia um desafio de engenharia: como montar uma rede segura mas que fosse alta o suficiente para que a única descida se desse por um escorregador? Projetamos e montamos uma rede de escalada, utilizada na prática de arvorismo e fixada em estrutura de box truss com 4m de altura e com duas formas de descer: ou pela escorregador ou por uma parede de escalada feita de cordas de alpinismo.

Dia 3 – Plenária de Encerramento
Utilizamos a mesma estrutura da plenária de abertura, uma arena com SEIS palcos em tamanhos e formatos idênticos, intermeados pelo público que ficou disposto em cadeiras por todo o espaço, sendo parte delas giratórias.

Como fio condutor, usamos o tema “A travessia do rio”, em analogia à travessia que as escolas farão ao ingressar no UNO, trazendo um novo jeito de pensar.

Para o encerramento, criamos uma plenária imersiva. Logo na chegada, os participantes encontravam um ambiente de meia-luz, com luzes cênicas em tons âmbar e verde. Nos telões havia a projeção de cenas de rio. No áudio, sons das águas de um rio em seu curso natural. Era um ambiente diferente, curioso e reflexivo.

A plenária foi composta de diversos depoimentos de executivos do UNO e também de participantes do evento, em igual protagonismo. Foram depoimentos fortes que endossaram ainda mais o formato vivencial da Estação REDEi como algo inovador e único.

Para registrar a plenária de encerramento, tivemos uma atividade de facilitação gráfica simultânea às apresentações e transmitida ao vivo nos telões da arena, que gerou um importante registro sobre o encerramento do evento.

O resultado mais uma vez foi surpreendente, com altíssimo envolvimento do público e muitos compartilhamentos em redes sociais. O UNO e seus 1.800 convidados avaliaram a Estação REDEi como o melhor evento já realizado pela empresa, superando o ano de 2015 que havia sido um marco na história de eventos do UNO Internacional.

Sim, conseguimos não apenas atender, mas superar todas as expectativas. A Estação REDEi 2016 (evento realizado em março/2016) repercutiu e continua repercutindo de forma muito positiva, consolidando-se como uma excelente ferramenta de relacionamento comercial para a empresa com seus clientes e prospects que se encantam com as inovações dos eventos UNO.

Também devemos destacar a inquestionável repercussão positiva que o evento trouxe para o UNO Internacional, inclusive passando a ser referencia para seus competidores.

O evento é de grande porte e alta complexidade, por isso exigiu uma produção exemplar, bem como a criação de conteúdos pertinentes. Para tanto contamos com uma equipe multidisciplinar composta por 35 produtores e 44 fornecedores e suas equipes – foram mais de 260 pessoas diretamente envolvidas na realização do evento. Tivemos 62 dias de pré-produção, 96 horas de montagem, 3 dias de evento e mais 48 horas de desmontagem. Foi intenso, mas compensador.

Depois dos sucessos de 2015 e 2016, uma pergunta nos persegue: como atender as expectativas em 2017? Mais uma vez, esse é um desafio para o próximo ano...

Galeria de imagens
Foyer
Celebração África
Vivência - Andar do Bêbado
Foyer
Plenária
Plenária
Facilitação Gráfica - Plenária de Encerramento
Celebração África
Vivência - Praça da Estação
 

 

 

Compartilhe: Twitter Facebook Linkedin Plaxo Youtube